A Lira consiste em uma estrutura metálica suspensa por um ou dois pontos de fixação. Inicialmente o aparelho apresentava um formato semelhante ao instrumento musical, com o tempo suas formas foram evoluindo, podendo ser encontradas nas formas redonda, estrela, gota, quadrada, dentre outras. A lira pode estar acompanhada de um giro (distorcedor), que a mantém girando durante as evoluções do acrobata e de estafas, com ou sem giro, para prender a mão, pescoço ou o pé do acrobata.

No aparelho são realizados figuras, quedas, truques, equilíbrios e giros, podendo ser realizados por até três acrobatas simultaneamente.

A altura da Lira varia de acordo com o objetivo do praticante e do local de instalação, e para maior segurança recomenda-se o uso de colchões de queda durante os treinos e apresentações.

A vestimenta adequada para a prática é a mesma utilizada para o tecido acrobático e o trapézio, não pode ser larga e recomenda-se o uso de macacões ou calças leggings e blusas. Podem ser utilizadas também botinhas de couro visando minimizar o atrito entre a pele e o aparelho.


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Referência:

CALÇA, Daniela Helena; BORTOLETO, Marco Antonio Coelho. Lira. In: BORTOLETO, Marco Antonio Coelho (Org.). Introdução à Pedagogia das Atividades Circenses. Vol. 2. Várzea Paulista – SP. 2010.

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